Geraldo Augusto Mateus é reeleito para o triênio 2010/2013 da OAB Subseção de Itumbiara, com 100 votos dos advogados de Itumbiara e da região.
A Chapa OAB Forte é formada pela seguinte diretoria: presidente Geraldo Augusto Mateus, vice-presidente Marcelo Meinber, secretário geral João Luiz Jorge, secretária adjunta Emilze Caixeta e tesoureiro Márcio Rodrigues.
O advogado Ramo Gonçalves Lima, da chapa Renovação conseguiu 62 votos, enquanto que o advogado José Firmino da Chapa Ideal conseguiu 21 votos.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Associação Médica com novo presidente
Aconteceu, dia 20 de novembro, eleição para escolha do novo presidente da Associação Médica de Itumbiara, os concorrentes eram Dr. José Orestes Guimarães e Dr. Wanderlei Domingos.
A votação e a apuração aconteceram na sede da Associação e com uma margem bem pequena de diferença o dr. Wanderlei Domingos venceu a eleição com 45 votos contra 42 do dr. José Orestes.
A posse da nova diretoria está marcada para o dia 04 de dezembro.
A votação e a apuração aconteceram na sede da Associação e com uma margem bem pequena de diferença o dr. Wanderlei Domingos venceu a eleição com 45 votos contra 42 do dr. José Orestes.
A posse da nova diretoria está marcada para o dia 04 de dezembro.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Serra cai e Dilma sobe ao lado do PMDB, diz pesquisa CNT-Sensus
BRASÍLIA (Reuters) - O pré-candidato mais cotado do PSDB para disputar as eleições do ano que vem, José Serra, vem caindo nas pesquisas de intenção de voto, mostrou nesta segunda-feira sondagem do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional do Transporte.
Dois possíveis fatores explicariam esse movimento, de acordo com o presidente da CNT, Clésio Andrade: a recusa de Serra em lançar-se oficialmente à sucessão de 2010 e o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com altos índices de rejeição.
"Há uma tendência de queda", disse a jornalistas nesta segunda-feira Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus.
Candidata do governo, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, avança. Há duas razões apontadas para isso: o acordo de aliança com o PMDB de Michel Temer, que deu a ela exposição maciça na mídia e a colocou mais ao centro do espectro ideológico, e o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O acordo com Temer daria viés mais centrista à candidatura.
Na principal lista apresentada ao entrevistado na pesquisa de novembro, Serra ficou com 31,8 por cento e Dilma com 21,7 por cento. Ciro Gomes (PSB-CE) aparece com 17,5 por cento e Marina Silva (PV-AC) com 5,9 por cento. Não há lista comparável com essa em apurações anteriores.
"Serra perdeu 15 pontos percentuais nos últimos 12 meses", sustentou Guedes referindo-se ao patamar conquistado pelo pré-candidato em dezembro de 2008.
Naquele período, o tucano possuía 46,5 por cento, enquanto Dilma tinha 10,5 por cento. Neste cenário, constava, além de Serra e Dilma, a ex-senadora Heloisa Helena (PSOL), que não deve se lançar à sucessão. Como o quadro de candidatos mudou, não há como fazer uma comparação entre os números das duas pesquisas.
Os outros cenários apurados na sondagem deste mês mostram que a presença de Ciro no páreo ajuda a provocar um segundo turno e, conforme analistas do levantamento, tiraria mais votos de Serra que da ministra.
Na lista em que Ciro não aparece na disputa, Dilma cresce de 19,9 por cento em setembro para 23,5 por cento em novembro. Serra mantém seu capital, oscilando de 40,1 por cento para 40,5 por cento.
SEGUNDO TURNO
O governador de São Paulo vence em todas as simulações de segundo turno. Já Dilma só sai vitoriosa no cenário em que disputa com o governador mineiro Aécio Neves (PSDB). Ele e José Serra concorrem pela indicação do partido. Não há simulação de 2o turno entre ela e Marina Silva.
Na simulação espontânea, exercício em que o entrevistado diz o nome de seu candidato sem auxílio de nenhuma lista, Lula tem o maior número de votos, 18,1 por cento, apesar de não ser candidato. Serra aparece em segundo lugar (8,7 por cento) e Dilma (5,8 por cento) fica bem próxima ao virtual adversário.
Clésio Andrade, mineiro e amigo de Aécio Neves, pintou condições bastante favoráveis a seu conterrâneo, de quem foi vice-governador do Estado no primeiro mandato.
Apesar de presidente da confederação, ele raramente participa da divulgação da pesquisa periódica, mas disse não se sentir constrangido em "poder falar positivamente do Aécio e negativamente de outros candidatos".
"Até porque já fizemos críticas passadas", disse, para, em seguida, dar seu palpite sobre as próximas pesquisas: "Aécio e Dilma devem crescer".
CHAPAS
A sondagem apurou as dobradinhas com candidatos a vice-presidente. Uma chapa Serra-Aécio --hipótese considerada cada vez mais remota-- teria 35,8 por cento de intenção de voto, enquanto a chapa Dilma-Temer teria 23,9 por cento.
No cenário em que o governador de Minas é o candidato do PSDB e encabeça chapa com Ciro Gomes na vice, a dobradinha Dilma-Temer perde de 32,4 por cento enquanto o segundo, 26,6 por cento.
Apesar disso, os números mostram que Dilma fica mais competitiva ao lado de Temer, com percentuais maiores quando estão juntos do que em relação às intenções de voto que ela recebe individualmente.
"A chapa dela com Temer aumenta o percentual de voto para Dilma do que teria se estivesse sozinha", afirmou Guedes. "A tendência do eleitorado brasileiro hoje é centrista. O pacto centrista pune os extremos", explicou.
Questionado se, a partir dessa premissa, considerava José Serra mais à esquerda que Dilma, ele não respondeu.
CABO ELEITORAL
Para a CNT, o potencial de Lula em transferir votos é, em parte, o que vem dando musculatura a Dilma Rousseff. Já o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é apontado na sondagem como um péssimo cabo eleitoral e um dos motivos pela queda de Serra.
Na comparação entre os dois governos, 76 por cento dos entrevistados dizem que o de Lula é melhor que o de Fernando Henrique.
O potencial de transferência de votos aferido na sondagem é de 51,7 por cento para Lula e 17,2 por cento para Fernando Henrique. O quadro é ainda mais dramático para o ex-presidente quando se mede quem não votaria num candidato apoiado por ele: 49,3 por cento.
A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 16 e 20 de novembro com 2.000 entrevistados em 136 municípios. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Dois possíveis fatores explicariam esse movimento, de acordo com o presidente da CNT, Clésio Andrade: a recusa de Serra em lançar-se oficialmente à sucessão de 2010 e o apoio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com altos índices de rejeição.
"Há uma tendência de queda", disse a jornalistas nesta segunda-feira Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus.
Candidata do governo, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, avança. Há duas razões apontadas para isso: o acordo de aliança com o PMDB de Michel Temer, que deu a ela exposição maciça na mídia e a colocou mais ao centro do espectro ideológico, e o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O acordo com Temer daria viés mais centrista à candidatura.
Na principal lista apresentada ao entrevistado na pesquisa de novembro, Serra ficou com 31,8 por cento e Dilma com 21,7 por cento. Ciro Gomes (PSB-CE) aparece com 17,5 por cento e Marina Silva (PV-AC) com 5,9 por cento. Não há lista comparável com essa em apurações anteriores.
"Serra perdeu 15 pontos percentuais nos últimos 12 meses", sustentou Guedes referindo-se ao patamar conquistado pelo pré-candidato em dezembro de 2008.
Naquele período, o tucano possuía 46,5 por cento, enquanto Dilma tinha 10,5 por cento. Neste cenário, constava, além de Serra e Dilma, a ex-senadora Heloisa Helena (PSOL), que não deve se lançar à sucessão. Como o quadro de candidatos mudou, não há como fazer uma comparação entre os números das duas pesquisas.
Os outros cenários apurados na sondagem deste mês mostram que a presença de Ciro no páreo ajuda a provocar um segundo turno e, conforme analistas do levantamento, tiraria mais votos de Serra que da ministra.
Na lista em que Ciro não aparece na disputa, Dilma cresce de 19,9 por cento em setembro para 23,5 por cento em novembro. Serra mantém seu capital, oscilando de 40,1 por cento para 40,5 por cento.
SEGUNDO TURNO
O governador de São Paulo vence em todas as simulações de segundo turno. Já Dilma só sai vitoriosa no cenário em que disputa com o governador mineiro Aécio Neves (PSDB). Ele e José Serra concorrem pela indicação do partido. Não há simulação de 2o turno entre ela e Marina Silva.
Na simulação espontânea, exercício em que o entrevistado diz o nome de seu candidato sem auxílio de nenhuma lista, Lula tem o maior número de votos, 18,1 por cento, apesar de não ser candidato. Serra aparece em segundo lugar (8,7 por cento) e Dilma (5,8 por cento) fica bem próxima ao virtual adversário.
Clésio Andrade, mineiro e amigo de Aécio Neves, pintou condições bastante favoráveis a seu conterrâneo, de quem foi vice-governador do Estado no primeiro mandato.
Apesar de presidente da confederação, ele raramente participa da divulgação da pesquisa periódica, mas disse não se sentir constrangido em "poder falar positivamente do Aécio e negativamente de outros candidatos".
"Até porque já fizemos críticas passadas", disse, para, em seguida, dar seu palpite sobre as próximas pesquisas: "Aécio e Dilma devem crescer".
CHAPAS
A sondagem apurou as dobradinhas com candidatos a vice-presidente. Uma chapa Serra-Aécio --hipótese considerada cada vez mais remota-- teria 35,8 por cento de intenção de voto, enquanto a chapa Dilma-Temer teria 23,9 por cento.
No cenário em que o governador de Minas é o candidato do PSDB e encabeça chapa com Ciro Gomes na vice, a dobradinha Dilma-Temer perde de 32,4 por cento enquanto o segundo, 26,6 por cento.
Apesar disso, os números mostram que Dilma fica mais competitiva ao lado de Temer, com percentuais maiores quando estão juntos do que em relação às intenções de voto que ela recebe individualmente.
"A chapa dela com Temer aumenta o percentual de voto para Dilma do que teria se estivesse sozinha", afirmou Guedes. "A tendência do eleitorado brasileiro hoje é centrista. O pacto centrista pune os extremos", explicou.
Questionado se, a partir dessa premissa, considerava José Serra mais à esquerda que Dilma, ele não respondeu.
CABO ELEITORAL
Para a CNT, o potencial de Lula em transferir votos é, em parte, o que vem dando musculatura a Dilma Rousseff. Já o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é apontado na sondagem como um péssimo cabo eleitoral e um dos motivos pela queda de Serra.
Na comparação entre os dois governos, 76 por cento dos entrevistados dizem que o de Lula é melhor que o de Fernando Henrique.
O potencial de transferência de votos aferido na sondagem é de 51,7 por cento para Lula e 17,2 por cento para Fernando Henrique. O quadro é ainda mais dramático para o ex-presidente quando se mede quem não votaria num candidato apoiado por ele: 49,3 por cento.
A pesquisa CNT/Sensus foi realizada entre os dias 16 e 20 de novembro com 2.000 entrevistados em 136 municípios. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
CNT/Sensus: chapa liderada por Serra teria mais chance
Uma chapa pura do PSDB, encabeçada pelo governador de São Paulo, José Serra, e tendo como vice o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, teria mais potencial de votos do que uma chapa também puro-sangue, mas liderada por Aécio e com Serra de vice. De acordo com a pesquisa CNT/Sensus divulgada hoje, a chapa Serra-Aécio ficaria à frente das demais no primeiro turno, com 35,8% das intenções de voto.
Em seguida aparece a chapa liderada pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), de vice, com 23,9%. Já uma chapa liderada por Ciro Gomes (PSB-CE) e tendo como vice o ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT-RJ), teria 16,1% das intenções de voto, segundo o levantamento. Em quarto lugar, ficaria a chapa do PV, liderada pela senadora Marina Silva (AC) e tendo como vice o executivo da Natura Guilherme Peirão Leal, com 5,2%.
Em um segundo cenário, com Aécio encabeçando a chapa tucana e tendo Serra como vice, a candidatura puro-sangue do PSDB teria 31% das intenções de voto, enquanto Dilma-Temer ficaria com 22,6%, e Ciro-Lupi com 18,1%. A chapa Marina-Leal teria 5,3%. Num terceiro cenário, no qual o vice de Aécio seria Ciro Gomes, esta chapa teria 32,4% das intenções de voto, enquanto Dilma-Temer ficaria com 26,6% e Marina-Leal, com 8,3%.
Em seguida aparece a chapa liderada pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), de vice, com 23,9%. Já uma chapa liderada por Ciro Gomes (PSB-CE) e tendo como vice o ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT-RJ), teria 16,1% das intenções de voto, segundo o levantamento. Em quarto lugar, ficaria a chapa do PV, liderada pela senadora Marina Silva (AC) e tendo como vice o executivo da Natura Guilherme Peirão Leal, com 5,2%.
Em um segundo cenário, com Aécio encabeçando a chapa tucana e tendo Serra como vice, a candidatura puro-sangue do PSDB teria 31% das intenções de voto, enquanto Dilma-Temer ficaria com 22,6%, e Ciro-Lupi com 18,1%. A chapa Marina-Leal teria 5,3%. Num terceiro cenário, no qual o vice de Aécio seria Ciro Gomes, esta chapa teria 32,4% das intenções de voto, enquanto Dilma-Temer ficaria com 26,6% e Marina-Leal, com 8,3%.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Liliu's Espetinhos
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Segurança em Itumbiara precisa de segurança
Na reunião da Câmara Municipal de Itumbiara, no dia 12 de novembro, os vereadores receberam representantes da área de segurança do município para discutir sobre este assunto que preocupa toda a comunidade. Estiveram presentes na reunião os delegados dra. Lúcia, dr. Fabrício, dr. Ricardo, comandante da Polícia Militar, major Celso e o presidente da CDL Gladistone Barbosa.
A reunião girou em torno do problema da segurança na cidade, a necessidade de se renovar o efetivo da polícia militar no município que atualmente conta somente com 189 homens para atender três municípios e quatro distritos; melhorar a estrutura da polícia civil para que ela possa atuar com maior efetividade no combate ao consumo e ao tráfico de drogas que está cada vez maior. Os vereadores disseram que visitaram e conheceram a estrutura da polícia civil e classificaram como precária. Enfim, o objetivo da reunião foi buscar soluções para amenizar as situações da segurança de Itumbiara.
Na oportunidade o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Itumbiara, Gladistone Barbosa apresentou o projeto Olho Vivo que consiste na instalação de 12 câmaras em pontos estratégicos da cidade para o monitoramento das vias públicas no intuito de coibir roubos e assaltos, segundo o presidente isto deverá diminuir em 70% a criminalidade em Itumbiara. Para o vereador Gugu Nader o projeto é válido, pois “melhor prevenir do que depois fazer o curativo”.
Afim de tentar resolver parte dos problemas de segurança de Itumbiara, o vereador José Antônio marcou, uma reunião com o secretário de Segurança Pública do Estado de Goiás, Ernesto Roller, para o dia 17 de dezembro, que contará com a presença de todos os envolvidos na segurança em Itumbiara, bem como os vereadores e alguns representantes do comércio e da comunidade, lá eles apresentarão suas reivindicações tentar resolver a questão da segurança em Itumbiara.
A reunião girou em torno do problema da segurança na cidade, a necessidade de se renovar o efetivo da polícia militar no município que atualmente conta somente com 189 homens para atender três municípios e quatro distritos; melhorar a estrutura da polícia civil para que ela possa atuar com maior efetividade no combate ao consumo e ao tráfico de drogas que está cada vez maior. Os vereadores disseram que visitaram e conheceram a estrutura da polícia civil e classificaram como precária. Enfim, o objetivo da reunião foi buscar soluções para amenizar as situações da segurança de Itumbiara.
Na oportunidade o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Itumbiara, Gladistone Barbosa apresentou o projeto Olho Vivo que consiste na instalação de 12 câmaras em pontos estratégicos da cidade para o monitoramento das vias públicas no intuito de coibir roubos e assaltos, segundo o presidente isto deverá diminuir em 70% a criminalidade em Itumbiara. Para o vereador Gugu Nader o projeto é válido, pois “melhor prevenir do que depois fazer o curativo”.
Afim de tentar resolver parte dos problemas de segurança de Itumbiara, o vereador José Antônio marcou, uma reunião com o secretário de Segurança Pública do Estado de Goiás, Ernesto Roller, para o dia 17 de dezembro, que contará com a presença de todos os envolvidos na segurança em Itumbiara, bem como os vereadores e alguns representantes do comércio e da comunidade, lá eles apresentarão suas reivindicações tentar resolver a questão da segurança em Itumbiara.
Gincana da Coleta de Sementes Nativas entrega prêmios
Nesta sexta-feira, dia l3 de novembro, às l5h, a Secretaria de Meio Ambiente de Itumbiara realiza cerimônia de premiação da Gincana Estudantil de Coleta de Sementes Nativas-2009, no Palácio das Águas, situado na Avenida Beira Rio.
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